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 Crónica Daniel Santos (aka Cobra)

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Cobra

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Mensagens : 2449
Data de inscrição : 24/04/2009

MensagemAssunto: Crónica Daniel Santos (aka Cobra)   Seg 07 Jun 2010, 18:45

Lisboa - Guarda

Depois de uma noite muito mal dormida (situação típica destas ocasiões) a hora que tinha agendado para preparos foi manifestamente curta Sad .
Entre vestir o equipamento, fechar a topcase (tarefa difícil essa!) e proceder às últimas afinações de gadgets, devo ter queimado uns bons 15 minutos adicionais ao meu itinerário previsto.
Depois de ligar a Strom, nem esperei ver o primeiro traço de temperatura, arranquei prometendo a mim mesmo que não lhe iria apertar demasiado o gargalo.
Claro está, só podia ser o último a chegar ao Jerónimos Suspect , local de encontro já habitual destas aventura épicas.
Mas bom, ainda faltavam uns quantos minutos para a hora de partida marcada (7h30) o que permitiria trocar umas palavras com os companheiros alfacinhas (rikcorreia, Carlos+AnaSofia, ruimbarradas, spinheiro+Ana).



Duas surpresas a assinalar. A primeira nem tanto, já desconfiava Wink . A minha cara metade que resolveu surpreender-nos com a sua presença e desejar-nos uma boa viagem.
Na verdade, a data também era especial para nós dois. Já lá vão uma dúzia de anos que nos "aturamos" I love you ... Eh, eh, eh... há casórios que não duram tanto!



A outra surpresa, o casal Pinheiro. Ou melhor, o Sérgio e a Ana com a original Strom marfim. De facto, confesso que duvidei desta presença Embarassed .
Não pelas pessoas, mas porque é necessária alguma coragem para enfrentar 2000 e muitos quilómetros na companhia de 11,5 pessoas (a meia, é a padeirinha Leonor Wink ) completamente
desconhecidas, com as quais nunca se privou, quer em convívio, quer em estrada.
Está certo que existe um denominador comum, a Strom (grande máquina essa!), mas mesmo assim, é fácil perceber que várias coisas poderiam ter corrido mal affraid .
Mas, nada disso! Este casal revelou-se uma grande mais valia cheers . Espero sinceramente que o espírito do grupo lhes tenha servido, pois são sem sombra de dúvida, uma grande aquisição para os Padeiros.
O seu espírito, a sua postura, companheirismo e entendimento do que é o mototurismo, creio que se enquadra totalmente na filosofia dos Padeiros (se é que existe tal filosofia, mas bom, percebem a ideia) sunny .

Finalmente, houve ainda alguma esperança numa presença de última hora, tal qual um remate à baliza, no último minuto de jogo... drunken
Mas nada de bola, ou de jogador. E com o passar da hora, arrancámos, com uma vontade imensa de devorar quilómetros e de ver com os nossos olhos, essa dita jóia das Astúrias.

Depois de gramar a A1 até Torres Novas (com uma paragem rápida por Aveiras para encontrarmos o fmaximo), soube bem fazer um intervalo na estação de serviço.



No local, já nos aguardavam o Jack, Sónia e o elemento mais novo e simpático do comando, a pequena Leonor!
À falta de baluarte O Jack exibia um glorioso boné, com cor e insígnias oficiais Twisted Evil .



Com ele também estava o material oficial da vuelta, composto por um magníficos autocolantes de vinil colorido e fantásticas TêShirts ou camisetas, na mesma linha (que aparecerão mais adiante).



A Sónia e Leonor, também se encontravam a postos, e prontas para nos acompanhar nesta aventura.
Uma nota para as duas (ou melhor para as três, uma vez que a Ana também fez alguns turnos de motorista), que se portaram impecavelmente durante todo o trajecto.
É preciso referir que em situação alguma ficámos condicionados pelo facto de nos fazermos acompanhar por um automóvel.
Quer em andamento, quer em paragens, era como se o carro não estivesse lá. Motoristas completamente desenrascadas que não ficaram para trás em nenhuma ultrapassagem.
Cinco estrelas também, a nossa padeira mais pequena que se portou a altura e esteve sempre a fazer-nos companhia queen .
Depois dos reabastecimentos feitos, siga até à Guarda que se faz tarde!

200kms de A23 pela goela abaixo e finalmente chegávamos à estação de serviço da Guarda onde nos esperavam os últimos Padeiros da caravana, o casal Bento e Vanda.
O calor já se fazia sentir, e como tal alguns aproveitaram para repor líquidos, outros para os tirarem, e até ouve até quem conseguisse negociar um telemóvel. Muito versátil esta estação de serviço.
Veste casaco, põe capacete, calça luvas e lá seguimos nós, agora em pleno, em direcção a Espanha.

Continua...

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Cobra

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MensagemAssunto: Re: Crónica Daniel Santos (aka Cobra)   Ter 08 Jun 2010, 18:10

Guarda - León

Da Guarda à fronteira é um pulinho, e quando demos por ela, estávamos a passar pela outrora cidade aduaneira, Vilar Formoso.
Com um Sol radiante e ar bem quente enfiámos-nos pelas autovias espanholas Cool .
Já com mais uma hora nos nossos relógios (em função do fuso horário de nuestro hermanos) e com a barriga a dar horas, chegámos às portas de Salamanca.
Por esta altura o carregador de GPS do Rui tinha sucumbido às infernais vibrações da Strom e deixado de funcionar, pelo que me coube a responsabilidade
de levar a comitiva ao centro da cidade. Deixámos as motas à beira da Plaza Mayor da cidade e, fizemos o resto do caminho a pé.



Bem grande esta praça, quase tão grande como o terreiro do Paço e muito movimentada. No centro encontrava-se montado um palco e todo em seu redor estavam instaladas esplanadas para comes e bebes.

Panorâmica da Plaza Mayor (clique em cima da foto)


Bem bonita esta cidade, com o seu enquadramento medieval e o ambiente estudantil que se faz notar permanentemente geek .



Também, muito frescas as Salamanquenses (OléExclamation), a mini-saia parece estar de novo na moda.



Depois de percorrer algumas ruas e meio desorientados, resolvemos almoçar numa casa internacionalmente conhecida, MacDonalds, ou MacDonaldes, como é por lá designado.
Uma boa opção, que nos deixou satisfeitos e permitiu encurtar o tempo da refeição. A cozinha regional estaria reservada para os próximos dois dias, que não parecendo, seria já demais pale .
Voltinha descontraída à cidade, onde pudemos apreciar todo o imenso complexo universitário, muito ao género da nossa cidade de Coimbra.



Muito povo, para cá e para lá, locais e turistas. Mais uns quantos momentos kodak e estávamos de regresso à Plaza Mayor e pouco depois à nossas máquinas para fazermos-nos de novo à estrada.




Devo dizer que gostei bastante de Salamanca, pelo seu aspecto antigo mas preservado que respira vivacidade e alegria. Sem dúvida um local a revisitar com mais calma.

Alternando entre autovias e nacionais, sempre para Norte, fizemos ainda outra paragem em Zamora, para refrescos e canhas drunken .



Só mais um pouco de estrada, e chegávamos finalmente a León. Dado que o Hotel se encontrava a Norte da cidade, tivemos de atravessá-la.
Chegados ao Hotel (diga-se bastante bom), distribuímos-nos pelos quartos. Enquanto os casais se acomodavam em habitaciones dobles, os solteiros ficariam repartidos em dois quartos duplos geminados com uma porta a ligá-los.
Sendo cinco, tivemos de nos separar em 3+2, calhando-me a mim a cama extra (que não era má de todo) no quarto do Rui e Ricardo.
Banhos tomados, marcámos encontro no átrio do Hotel para seguirmos em conjunto ao centro da cidade, em busca de merecido repasto cheers .
Dado que a distância era considerável, fomos de mota. No centro, não foi propriamente simples encontrar lugar para elas, mas lá se deu um jeitinho.
Seguimos a pé pelas ruas de León, apreciando o urbanismo da cidade. Novamente, muito frescas as Leonenses, também gostam de andar na moda Laughing .



Espreitando aqui e ali, lá nos decidimos por um bar que servia uma ementa em conta. Dos tradicionais menus de 2 pratos, estavam disponíveis algumas coisas exóticas como, lombo de porco com caramelo e risoto de frutas (que não do mar!).

Panorâmica do jantar (clique em cima da foto)


Com o estômago aconchegado e a noite já posta, ainda fomos espreitar a catedral que proporciona um bonito espectáculo nocturno com toda a sua fachada iluminada sunny .



Finalmente, o regresso ao Hotel para o descanso merecido, pois o inicio do espectáculo estaria marcado para o dia seguinte Sleep .

Cumps!

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