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 Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)

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Cobra

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MensagemAssunto: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Ter 17 Jan 2012, 22:24

Foi no passado fim-de-semana, voltinha do frio pela zona do calor... No final quase 1000kms de estrada e mais um álbum de boas recordações.

Aqui o mapa total da viagem:


E o detalhe:


Distância: 897kms.
Tempo: 51h41mn19seg (18h34mn44seg de condução / 33h07mn35seg de pausa).
Altitude: 0m mínima / 287m de máxima.
Velocidade Máxima: 174km/h
Velocidade Média: 48km/h

Distribuição de velocidade:
0-40km/h: 10.1%
40-60km/h: 21.3 %
60-80km/h: 21.5%
80-100km/h: 30.9%
100-120km/h: 9.5%
120-150km/h: 5.4%
+150km/h: 0.4%


E de seguida as fotos!

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ruimbarradas
Padeiro-Mor
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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Qua 18 Jan 2012, 00:57


O Domingo acordou chuvoso. E quando saímos com as motas, julgávamos nós que teríamos o dia estragado.

Quando, ao final de 500 metros parámos para tomar o pequeno almoço, já os casacos iam bem molhados, mas assim que saímos do café, parou de chover e assim se aguentou ao longo de quase todo o dia, excepto os poucos pingos de água que apanhámos num ou noutro local. Nada que nos chegasse a incomodar.

A primeira paragem foi na Nossa Senhora da Rocha:

Sabe-se que D. João III (1521-1557) mandou erguer o forte para defender a praia dos piratas mouros. Em finais do século XVI, época em que Tomé Gonçalves é mencionado como seu governador, é referida a existência de um forte no local.
No início do século XIX, essa estrutura já se encontrava grandemente danificada (1821), com extensos troços de seu perímetro original destruídos pela erosão marítima que, solapando a base da falésia, conduziam à sua progressiva derrocada.
O Forte e a Capela de Nossa Senhora da Rocha encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público por Decreto publicado em 25 de Outubro de 1963, época em que sofreram intervenção parcial de consolidação e restauro.



















Seguimos então caminho até chegar à Praia de Albandeira:










Vamos lá então seguir caminho…




A próxima “paragem” é na Praia de Benagil:




Passagem pelo farol:




E com vista para Ferragudo:




Logo após Ferragudo, avistamos o porto de Portimão, onde estava ancorado o Armas (Ferry Portimão – Funchal - Canárias):








Atravessando o Rio Arade pela ponte velha de Portimão, num instante chegámos à Praia da Rocha:
















Já depois de um cigano ter perguntado ao Daniel se queria vender a moto, lá abalámos para o Alvor, parando junto à ria:




















Como se aproximava da hora do almoço e os estômagos começavam a dar horas, optámos por seguir para Lagos e procurar uma tasca que conheço no porto de Lagos. Lamentavelmente estava fechada, mas depressa arranjei uma alternativa que também já conhecia.
A Adega da Marina:




Onde comemos uns deliciosos choquinhos fritos:




Já com os estômagos aconchegados, saímos de Lagos em direcção à Praia da Luz e daí seguimos pelo Burgau até alcançar a Praia de Salema, mas para lá chegar o caminho não foi o mais ortodoxo. Conheço por ali um caminho de terra batida, mas aquilo está mesmo em muito mau estado. Era buraco atrás de buraco, qual deles com mais água/lama.
A minha opção foi segurar o guiador e dar-lhe gás, pelo que quando cheguei à Praia de Salema, a minha Tiger tinha sido alvo de um tratamento de beleza à base de lama:








A Praia:




Já à saída para Vila do Bispo:




E a chegada à Fortaleza de Sagres:












Já ao chegar ao interior da Fortaleza, somos brindados por uma bilheteira. Ora, como eu sou português, arranja-se sempre uma solução.
Aqui fica uma foto “roubada”:




A vista para o Cabo de São Vicente:




Como a noite cai cedo, o dia seguinte é dia de trabalho e queríamos ainda parar na Mimosa para fazer umas compras, começámos a rumar a norte.
Aqui uma paragem técnica em Odeceixe, apenas para trocar de luvas e tirar meia dúzia de fotos:










Seguimos depois para Odemira e daí pela N263, uma belíssima estrada, até apanhar o IC1.
Já depois de uma paragem na Mimosa e de alguma chuva entre a Marateca e o Seixal, chegava a casa pouco faltava para as 21H00.
As fotos que se seguem só me lembrei de as tirar já no dia seguinte, ao sair de casa. De qualquer modo fica o registo:




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Rui Barradas


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Patricio

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Qua 18 Jan 2012, 12:53

Grande Passeio Very Happy

Por norma todos os anos vou ao Algarve, e depois de ler a cronica vejo que ainda à (BASTANTES) sítios a visitar (e pratos para provar) cheers

Continuação de bons passeios e excelentes cronicas Very Happy
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André Lino

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Qua 18 Jan 2012, 13:38

Mais uns kms de qualidade!
As vossas motas já contam com quantos kms?

Daniel, boa sorte com o novo emprego...princess of the night Razz
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ruimbarradas
Padeiro-Mor
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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Qua 18 Jan 2012, 18:49

Patricio escreveu:
Grande Passeio Very Happy

Por norma todos os anos vou ao Algarve, e depois de ler a cronica vejo que ainda à (BASTANTES) sítios a visitar (e pratos para provar) cheers

Continuação de bons passeios e excelentes cronicas Very Happy

Olá Patrício!

Acredita que o Algarve tem muito para nos mostrar... muito mais do que vem nos roteros turísticos. E acredita que apenas fizémos a Costa Algarvia. Muito mais ficou por ver.
Há uns 10 anos atrás, tive a felicidade de passar uma temporada de mais de 2 anos em trabalho no Algarve. Como o dia era passado a trabalhar um pouco por toda a parte, conheci praticamente todos os cantinhos do "Reino dos Algarves". Hoje, quando passo por certos locais, tudo está diferente do que era. Ainda assim, lá me fu orientando para mostrar um pouco daquilo ao Daniel.

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Rui Barradas


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ruimbarradas
Padeiro-Mor
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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Qua 18 Jan 2012, 18:51

André Lino escreveu:
Mais uns kms de qualidade!
As vossas motas já contam com quantos kms?

Daniel, boa sorte com o novo emprego...princess of the night Razz

Olá André,

Infelizmente, por indisponibilidade de tempo, não tenho dado à minha nova companheira o tratamento que ela tanto merece (leia-se, Kms).
Ainda assim, neste momento, com cerca de 1 mês e meio, conta com cerca de 3.000 Kms.
Muito mais está para vir...

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Rui Barradas


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krizz

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Sab 21 Jan 2012, 17:39

Muito bom!!!

Já cá não vinha há uns tempos... mas sabe sempre muito bem chegar e "apanhar" com uma crónica desta categoria!!! cheers

Obrigados!
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Cobra

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Sab 28 Jan 2012, 10:58

Finalmente tenho as fotos "arrumadas", cá vai o meu relato fotográfico deste fantástico passeio por terras "allgarvias"...

Inicialmente pensei fazer um "livrinho" da crónica, mas com receio que isso demore acabei por optar colocar o texto...

Então cá vai!

Primeira parte, 13JAN2012.


calcorreei muita estrada sobre quatro e duas rodas. No entanto, consultando o mapa há por ali uma mancha que nunca mereceu a minha devida atenção. O reino dos Algarves.
De facto para além dos tempos “loucos” de juventude com algumas noitadas em Portimão, mal conheço a costa Algarvia. Confusão e calor, “é cena que não me assiste”, como diz o outro.

Praia,
prefiro-a sem areia, e confesso que passear por uma região nossa totalmente formatada ao agrado do turista de outras nações complica o meu sistema ou em bom português deixa-me “lixado” da vida.
Fish & Chips” e “Beefs” gosto deles do outro lado da Mancha. É secular, sempre gostámos de menosprezar o que é nosso em detrimento das modas de fora.
Foi isso que aconteceu e acontece, nesta peculiar região Sul do nosso território que ao fim destes anos se transformou em “Allgarve”. Isto irrita-me. Se há lugar onde não me apanharão com certeza no Verão, é a Sul, no Algarve.
Mil vezes as belezas do Norte, Centro ou planícies do Alentejo. OK, tudo bem, não estão aí as melhores praias do país, mas as minhas férias também não se resumem estender os costados ao Sol.
Mas chega de dissertações parvas e vamos ao que interessa…

O amigo Barradas sabendo desta minha lacuna, lançou no ar a ideia de um passeio de ponta a outra, com passagem por todas aquelas praias, lugarejos e vilas semeadas pela Costa.
Ora conhecendo ele de fio a pavio toda esta região, que melhor cicerone poderia eu esperar?...

A primeira questão seria o formato do passeio. Ida e vinda de Lisboa, estaríamos a falar para cima de 600 kms com muitas paragens para fotos. Dois dias completos seriam recomendáveis, o que implicaria pernoita por lá.
E maravilha, na proposta estava incluída uma estadia gratuita no Hotel “Barradas Beach Club”, nos arredores de Armação de Pêra. É claro que a tudo isto só podia responder: “Vamos embora!”.
Pelos motivos que já enunciei, a oportunidade de fazer toda aquela Costa de mota em Janeiro, sem confusão, foi como se diz, “ouro sobre azul. O plano de ataque passaria por escapar da capital o quanto antes na Sexta-feira.
Passear o dia todo, no Sábado, e seguir até à ponta de Sagres no Domingo para regressar a Norte pela Costa Vicentina. Basicamente, um fim-de-semana sentado na mota, como eu gosto.
Sábado seria o dia forte, com uma distância curta a percorrer (duzentos e poucos kms) e muitas paragens para desfrutar a paisagem.
Também se daria a feliz coincidência da primeira viagem de “maior escala” das jovens Tigers ser ao “Allgarve”, precisamente o pedaço do nosso território mais apreciado pelos “camones”.
Sexta-feira carreguei a mota com as malas e toca a sair para o trabalho pelas 7h00 da manhã… O frio que estava, Jesus!... Lá se passou mais um dia de trabalho, e pelas 16h saí à francesa, antes que alguém se lembrasse de me arranjar um “berbicacho de fim de dia"...
Veste equipamento e segue até ao Fogueteiro onde já se encontrava o Rui. Tudo a postos e vamos desde logo para baixo que há pneu para queimar. Saímos da A2 na Marateca para nos metermos em nacionais.
A ritmo de cruzeiro pouco se ganha nas autoestradas a Sul, a não ser uns quantos Euros a menos na carteira. O tempo estava fresco e parecia se aguentar. Tinha consultado a previsão de véspera, e esperava-se alguma chuva apenas no Domingo.
Já a noite tinha chegado e enquanto íamos na palheta habitual pelos intercomunicadores, começam a cair as primeiras pingas de ameaço. Bom, meia dúzia de pingas não fazem mossa, desde que não molhe a estrada estamos bem.
Pelo sim, pelo não, parámos numa estação de serviço para o Rui enfiar as calças de chuva. Aí, estavam três indivíduos a aviar umas minis em redor de uma mesa.
Aos pés desta estava um lindíssimo exemplar canídeo, pareceu-me um mestiço entre Serra da Estrela e Pastor Alemão. O fulano esteve calmamente a observar o Rui, enquanto este vestia o fato. Não deu um pio, até ao Rui se preparar para arrancar na Tiger.
Nessa altura vejo o dono segurá-lo pelo cachaço, o animal ia lançar-se às malas Barradas. Não fiquei ali muito tempo à espera, arranquei de bota armada no ar, não fosse a criatura soltar-se. Felizmente ficou-se por ali a ladrar.



Na passagem pela Serra de Monchique o cenário piorou e chovia a bom ritmo. A visão reduzida e a película de água que cobria a estrada obrigou-nos a uma condução mais tensa de cuidado redobrado. À saída da Serra já não chovia e continuámos para o nosso destino.
Seriam um quarto para as 20h quando largámos a tralha para depois seguir para o restaurante de especialidade da zona. Teodósio, o Rei dos Frangos na Guia. Num pulinho lá estávamos, e noutro a degustar o fabuloso “pito” da Guia (pito, porque aqui o franguito é pequeno, e é mais saboroso assim).
O tamanho da casa impressiona, sobretudo sabendo que estava a funcionar a meio-gás, estando apenas um dos dois pisos abertos. No Verão imagina-se a quantidade de “pitos” que aqui são consumidos, e o que espanta é como se consegue manter o nível de serviço e qualidade nesta escala.
À força de muita organização e trabalho com certeza.

Cada um arrematou o pitéu com uma sobremesa, um morgado para o Barradas e um semi-frio para mim e seguimos para uma voltinha pelas redondezas. Paragem em Armação de Pêra para apreciar a vista da fortaleza sobre a praia.
As ruas estavam desertas e o comércio todo fechado para férias. Sim, que aqui se fazem geralmente quatro meses de férias, de Novembro a Fevereiro. A oferta é tanta que a maioria do comércio tem de fechar no Inverno.
Não faz sentido de outra forma, tudo isto fruto do estilo de vida que aqui se leva, maioritariamente dependente do turismo, os ingleses e centro-europeus tomaram o Algarve de assalto e nós empenhamo-nos para lhes ficar com os Euros ao ponto de formatar toda uma região aos seus gostos.

vista para a praia é soberba, sobretuda de noite e deserta. Seguimos para o repouso, não sem antes avistar de longe a marina de Vilamoura e por lá fazer uma recarga de combustível.

Jantados e moídos mandamo-nos ao sono que amanhã o dia prevê estar bom e ser grande (8h de condução previstas). Eu ainda arranjei tempo para tirar uns retratos às estrelas no terraço. O Céu aqui é diferente da capital, é mais limpo e menos propício à poluição luminosa.



Vista nocturna privilegiada para Armação de Pêra a partir do Hotel Barradas Beach Club.


Segunda parte, 14JAN2012.

Mesma vista, mas ao toque de alvorada, a perspectiva do tempo era boa.


Um quarto para as oito e estávamos de pé. Estava fresquinho cá fora, mas o Sol já começava a espreitar. Em princípio a chuva não é para hoje, e ainda bem.

Este ficou de guarda às Tigers durante a noite.





Tomámos o pequeno-almoço ali perto e seguimos para a rota das praias, orientados para Este. Primeiro fomos à praia de Pêra, onde se bateu ali logo umas boas chapas.



Lua ainda posta.







Depois andámos a vaguear ali pela zona, passando pela urbanização dos Salgados onde a vida é boa, excepto para o Sr. Salgados que parece estar metido num processo de falência.



Seguiu-se a praia da Galé, e daí Albufeira agora de dia.

Galé




Uma descida à entrada da marina para mais uns retratos. O Sol começava a ficar quente por esta altura.

Albufeira






E travessia de Vilamoura com direito a paragem. O GPS ou o Rui, um deles se enganou ou fez-se por enganar (já perceberão adiante porquê) e, quando demos por ela resolvemos estacionar numa rua de sentido único paralela à marina e deslocarmo-nos até lá a pé. Demos então uma voltinha pela marina e aquilo surpreende. A quantidade de barcólas de alto e médio calibre impressiona. Em redor, toda uma oferta de comes e bebes e merchandising, alguns fechados ainda a gozar férias. Todo o local está vocacionado para as mais altas bolsas, e a nós cabe-nos apenas observar este “glamoroso” espectáculo.

Depois fomos espreitar a marina.





Vilamoura é verdadeiramente curioso, é por assim dizer o expoente máximo da questão que levantei acima. Tudo impecavelmente mantido e formatado à vontade britânica. Aqui só há dois tipos de gentes. Os que servem, e os que são servidos, e todos sabem já a parte que nos calha. Chegará o dia em que teremos de reconquistar este pedaço de terra de escudo e espada na mão?... Não sei. Mas este canto está rapidamente a transformar-se numa espécie de principado. Uma espécie de Mónaco moderno. Só lhe faltando um campeonato de fórmula 1 e uns príncipes com uma tendência para parvoíces.

Há disto por todo o lado.


Quando regressámos junto às motas reparámos no local onde as tínhamos deixado. Tínhamos estacionado ao lado “Princesa da Noite”, ou “Princess Of Night” no original.




Este Barradas tem jeito para cicerone e para escolher pousios… Não podíamos deixar de capturar duas ou três imagens para a galhofa… Depois, uma passagem por Santa Eulália onde o Rui nos seus tempos de mocidade dedicou várias noites ao outrora grandioso Alcoolemia.





Incursão pela Quinta do Lago, do lado de fora claro. Vidas boas que há por ali.

Passagem rápida pela ilha de Faro para conhecer o local e tirar umas fotos.






Regresso ao continente.


E à capital do "Allgarve".

Faro e a Sé.



O eterno símbolo desta terra, e por esta altura, estão por todo o lado.


Continua...

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Última edição por Cobra em Ter 07 Fev 2012, 11:46, editado 3 vez(es)
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rikcorreia

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Sab 28 Jan 2012, 12:09

Boas fotos Daniel

Só fiquei com uma curiosidade, com que lente tiras-te a foto à lua. Muito bom alcance Wink

Abraço
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Cobra

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Sab 28 Jan 2012, 13:37

Rik, algumas das foto foram tiradas com a Canon Powershot G12 cuja a lente faz 5X (28mm-140mm equivalente), uma verdadeira DSLR em ponto pequeno.

Esta foto foi tirada com a G12 no zoom máximo de 140mm.

Cumps!


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Cobra

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Sab 28 Jan 2012, 14:26

Já com o meio dia passado e sem sítio definido almoçar, apontámos para o mercado da vila de Olhão, onde dificilmente seríamos enganados com o rancho. Estacionámos no primeiro buraco de estacionamento livre que encontrámos, e achámos por bem almoçar no tasco defronte. Por ali, não há que enganar, tudo é muito semelhante e deste modos ficavam as Bifas à vista. O restaurante conhecido pela “Marisqueira do Amador” serve refeições e segundo parece também faz venda de peixe. Um tasco pitoresco com avançado, mantido por um simpático pescador que parece acumular as funções de cozinheiro e chefe de mesa. Logo ali nos recebeu e nos colocou à vontade. Os preços estavam na média para este tipo de petisco, e seguimos para o prato do dia, a cataplana algarvia. Demorou um bocadinho, mas valeu a pena. Entretanto fomos nos enchendo de pão, azeitonas e de um pratinho de camarões que o chefe pescador teve a amabilidade de nos trazer. Finalmente a cataplana, que estava deliciosamente a meu gosto.



Tive de tratar deste fulano.


De destacar não só a qualidade dos bichinhos mas também do tempero, divinal. Arrematamos com um café e pedimos a conta que se ficou em pouco mais de 13€ a cada um. Entre o chegar, comer e ir embora, ficámos por ali para cima de duas horas. Mas bolas, soube bem.

Rápida consulta aos planos e com o anoitecer pelas 18 horas e picos começávamos a recear que ficasse tarde para fazer o mítico Pego do Inferno no regresso.

Fomos então à procura do Forte do Rato, ou das ruínas do mesmo. O caminho até lá é engraçado, um estradão em boas condições. Parámos junto à água e depois junto ao forte.






Olha que dois.


Dali seguimos para Cabanas de Tavira para mais umas fotos à ria. Enquanto estávamos de máquina em punho, um indivíduo ali sentado num boteco fazia um discurso em voz alta desprovido de qualquer sentido. “Não mexas nisso pá!” – dizia ele. Rapidamente percebemos que deveria ter queimado os pirolitos hás uns quantos anos atrás.







A partir deste ponto decidimos não avançar mais para Este. Embora estivesse nos planos uma ida a Vila Real de Santo António, achámos melhor encurtar o trajecto para permitir assistir a toda a beleza do Pego com luz de dia.

Mudamos então a agulheta do GPS para lá. O Rui tinha marcado a olho um ponto no mapa e já não se recordava bem do caminho. Às tantas, e quando a estrada começava a assumir um formato de vereda, passámos uma mítica LC algarvia (Yamaha DT50 LC). Seguimos os dois a caminho do ponto, sempre com a cinquenta no nosso encalço. Este pessoal do sítio montado em cortas-relvas de 50cc, tenho-lhes respeito, desde que eu e o Barradas há uns anos fomos perseguido por uma Zundapp nas curvas do Douro que nos queria “papar”. Não íamos depressa, nem devagar, íamos atentos à estrada por desconhecer se estaríamos no caminho certo. O nosso amigo de DT nunca deu parte fraca, e quando parámos para consultar o GPS passou-nos à frente. Pois bem, teríamos melhor feito em ir atrás deles, pois poderia servir de guia, já que o reavistámos por lá.
O acesso ao local faz-se por caminho de terra proibido a não pedantes. Depois existe uma estrutura em madeira de ponte e escadas que nos leva ao anfiteatro natural.



Por esta altura o passadiço está vedado, não percebemos se por ser da época ou por estar a precisar de obras. Mas é claro que ninguém respeita a sinalização e passámos ao lado como todos fazem. Para chegar à cascata, anda-se uns cinco minutos, atravessando a ribeira por uma ponte de madeira a precisar de cuidado. Finalmente chega-se ao anfiteatro onde se pode observar a pequena lagoa onde desagua a cascata de 3 ou 4 metros. A água caía a bom ritmo, mas o nível da lagoa estava um pouco baixa, provavelmente fruto da pouca chuva que tem havido. Perante este fantástico espectáculo desatámos a dar cliques de máquina fotográfica. A luz não sendo má, não era a ideal, mas acabou-se por arranjar umas boas imagens deste lindíssimo local.

Pego do Inferno em todo o seu esplendor de fim de tarde







Dado que tínhamos encurtado o caminho para chegar aqui a horas, sobrava-nos agora um bocadinho para um desvio.

Regresso à estrada.


O Rui pensou incluir um pulinho a Silves antes de regressar a Pêra.
Seguindo pela N270, passámos ao largo de São Brás de Alportel e pelo centro de Loulé onde fizemos uma pausa junto ao mercado, para apreciar o seu bonito edifício.

Passagem por Loulé, mais um toque no GPS.


E paragem junto ao mercado.



Continuámos e na descida para Boliqueime voltámos a parar para tentar capturar o fabuloso horizonte que se estendia à nossa frente.




Já noite posta, estávamos a caminho de Silves. Mesmo antes de lá chegar tivemos a companhia de uma “doidivana” na estrada. Chegou em grande. Desembestada, sem tocar no travão entroncou na nossa via pela direita, enfiando-se entre as duas motas. A “chaleira” em que se fazia deslocar metia dó e apresentava as marcas “naturais” do trato que ia levando. Não havia maneira de ir a direito. Fazia do traço contínuo um carril para o rodado esquerdo, teimando em alinhar o pneu por este. Todas as curvas eram feitas em rectas, e as rectas em curvas. Chegou a encostar à traseira de um carro de patrulha, ultrapassando-o mesmo depois. Os senhores agentes não deviam estar para se chatearem. E nós deixámo-la ir.

Finalmente Silves. Parámos à entrada, na margem oposta do rio, onde se tem uma vista fantástica sobre a cidade. Tentámos o nosso melhor para tirar umas fotos minimamente apresentáveis, isto, no escuro que estava e sem local onde apoiar a máquina.




Depois tentámos encontrar o caminho para o Castelo. A primeira investida saiu gorada. O acesso nunca é o mais óbvio e o mais a direito. À segunda conseguimos, sem antes pedir uma ajuda aos locais. No Castelo, parámos os felinos junto à muralha a sugestão de um arruma que por ali andava. O tipo tinha ali uma falha na “psique”, só não percebi se era natural ou devida ao vinho. Um pobre diabo, mas simpático, de modo que lá lhe dei uns trocos para gastar no que pretendesse. Aquela hora o Castelo estava obviamente fechado, de modo que demos um giro rápido, tirámos umas fotos, e voltámos ao dorso das Tigers para seguir caminho. Pena ser de noite mas valeu o desvio, até para ficar com a ideia que Silves sai fora do padrão de cidade de costa, e assume uma linha mais Alentejana de cidade fortificada. Com certeza, um local a revisitar.

A Sé.


O Castelo, ou parte dele.


Mestre Barradas a ajustar o equipamento.


Sair do Castelo foi como quase tão difícil como lá chegar.


Estava na hora de tratar do estômago. O Rui já tinha em vista um local para repasto (algures na N125) que tinha previamente consultado na net. Fomos atento às chafaricas à beira da estrada, não tendo sido difícil dar com a coisa. Estacionamos os Tigres e fomos tratar dos apetites. Um espaço agradável, com decoração típica e normal. Fomos recebidos por um empregado simpático que rapidamente nos passou a ementa para as mãos.

Atacámos no bife. O Rui optou pela versão três pimentas e eu pela versão à casa, ambos guarnecidos com o molho habitual e todo o colesterol a que tínhamos direito. O meu, ainda vinha a borbulhar no caldo… Mas que delícia! E o três pimentas estava também ao nível. Saímos de lá os dois a rebolar. Sem dúvida uma boa aposta este “boteco”.

Ui ca bom!


Daqui regressámos à “base” para o merecido descanso, sem antes fazer uma pequena volta a pé por Pêra para ajudar a “desmoer”.




O céu estava assim.


Final de um dia cheio com descanso merecido, que amanhã há mais locais para visitar.

Continua...

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Última edição por Cobra em Ter 07 Fev 2012, 23:46, editado 1 vez(es)
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krizz

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Dom 29 Jan 2012, 11:17

Mais belas fotos!!!
cheers bounce cheers bounce
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Cobra

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Ter 07 Fev 2012, 23:53

Terceira parte, 15JAN2012.

Por volta das 7h00 acordei com a chuva que caía lá fora. Nada que não estivesse previsto no boletim meteorológico de véspera. Daí até às 8h não preguei olho. Quando espreitei cá fora estava um sacana de um dia. Toca a enfiar o equipamento e sair à rua. Tralha arrumada, malas atracadas às motas e siga para o café debaixo de chuvinha miúda.




Depois do café tomado, a chuva parecia ter amainado. Claramente o dia iria permanecer assim, alternando entre aguaceiros ligeiros e céu nublado. Menos mal, podia ser pior. Seguimos para a capela de Nossa Senhora da Rocha debruçada sobre o mar. A luz não estava particularmente agradável para retratos, ainda assim as vistas compensam.







Rui, o que estás a fazer aí, pá?




Depois, passámos pelo posto de abastecimento, e à saída deste deixei de ouvir o Rui pelos intercom… Allô, Allô, está lá?!... Tou?!... Tás-me a ouvir?... Nada. Depois de alguns testes chegámos à conclusão que a haste do microfone do aparelho do Barradas teria algum mau contacto.

Metemo-nos a caminho da praia de Albandeira. Para lá chegar, faz-se uma deliciosa estrada estreita que vai serpenteando pelo meio da vegetação e nos leva até à costa.
A praia é pequena, o que não a inferioriza em nada. De facto, o seu reduzido tamanho é compensado pela excelente vista que este cantinho tem. Arribas rochosas “agrutalhadas”, envolvidas por uma areia fina, clara e dourada.







Armei o tripé sobre as rochas para um retrato dos dois de costas para o mar nesta bonita praia. Apesar do tempo tristonho que estava, acho que esta foi das praias que mais me encantou. Imagina-se o quão agradáveis poderão ser estes poucos metros quadrados de areia no Verão… E depois imagina-se também a confusão… E por fim perde o encanto…



Restícios do fim-de-ano


Continuámos a progredir a Oeste, e por aqui a Costa fica mais bela e mais natural. Passagem rápida por Benagil e depois pelo centro do Carvoeiro e Ferragudo com uma paragem para avistar a barra de Portimão.



À entrada de Portimão, reparei no parque de um concessionário automóvel de marca Bávara. Estava fechado com lotação completa de um último modelo em lançamento. Uma centena de carros por ali estacionados disponíveis para test-drive. Repare-se no pormenor de cada viatura ter colado no vidro traseiro em letras garrafais, as palavras “Follow Me!”… Amigos germânicos e simpatizantes, na vossa terra fala-se alemão, nas ilhas britânicas inglês e aqui português, é uma questão de princípio, não se baralham idiomas.






Mudámos de margem, atravessámos Portimão e seguimos até à Praia da Rocha. O mau tempo parecia dar tréguas e conseguiu-se bater umas boas chapas das vistas sobre o areal.








Prosseguimos em direcção a Lagos, e à saída de Portimão deparo-me com um cartaz de um anúncio do Continente que apelava a venda de material veraneante. Até aí tudo normal, não fosse ter reparado no seguinte. O cartaz retratava um sexagenário envergando uma máscara de mergulho na cabeça. De repente olhando para aquela figura, pensei… Este tipo não parece algarvio… Na verdade nem parece português… Efectivamente, com estas feições e olhos azuis, só se for um estrangeiro… Parece incrível, mas até o marketting do Continente está orientado para os anglo-saxões. Bolas, não estamos a falar de superfícies elitistas para bolsas bem recheadas, estamos a falar do Continente, o mercado do povo, e da classe média a apelar destacadamente aos tostões dos não portugueses. Para quando anúncios do Continente em inglês?!...

Antes de Lagos, uma pausa em Alvor. Cantinho simpático e calmo por esta altura do ano. Deixámos as motas no parque e fomos explorar o local.

Onde estão as gêmeas?


Muita barcóla amarrada, e algum povo a desfrutar da vista.






Covos






Fomos espreitar a zona comercial e no regresso consegui tirar um retrato a este simpático companheiro.







À distância


Partida para Lagos para tratar do almoço. Lá chegados o Rui orientou-nos logo para um tasco de eleição na zona portuária. Infelizmente encontrava-se fechado. Passámos ao plano B, e a outro restaurante que o Barradas já conhecia.





Este sim estava aberto e bem frequentado. Adega da Marina, um espaço amplo e bem decorado. Fomos os dois para os choquinhos, prato do dia que não demorou a chegar.



Estavam excelentes. Dose muito bem aviada, ambiente acolhedor, óptimo serviço e comida a bom preço. Muito a meu gosto este espaço. Mais uma boa escolha do Mestre Barradas, e mais uma refeição em que nos tratámos bem.



Ao almoço decidimos confirmar a ida à ponta de Sagres. Desde manhã esse percurso estava em dúvida e dependente do tempo. Poderíamos seguir para Norte desde Lagos, queimando a ida a Sagres e parte da Costa Vicentina, ou simplesmente fazer esse trajecto a custo de mais uma hora ou duas. O tempo previsto para o trajecto maior, paragens incluídas apontava a chegada a casa entre as 21 e 22h, o que seria perfeitamente aceitável. O tempo estava bom, e já que estávamos tão perto decidimos mesmo por passar pela fortaleza.

Bem aviados, regressámos a custo para cima das Tigers para prosseguir em dirrecção a Oeste. Embora o céu não estivesse completamente azul, o tempo parecia estar a querer aguentar-se. Depois de passar pela Aldeia da Luz, lembro-me de fazermos um troço de estrada verdadeiramente impressionante. Piso novo a contornar o monte em caracol com uma descida ao mais puro estilo de montanha russa. E à nossa frente uma vista desafogada sobre mar que nos ia cegando levemente com os reflexos emanados pelo Sol. Parece que o alcatrão ficou curto, pois no final tínhamos um troço de mau caminho para fazer. Um segmento curto de estrada em terra, muito enlameado e mal tratado. Seguimos com cautela, mas o piso tinha tanto buraco que andar muito brando por ali era bem pior. Chegados à outra ponta, as Tigers estavam com um lindo colorido de terra que lhes assentava muito bem.






Mais uma pausa à beira mar, desta feita na Praia de Salema, onde saiu bastante bem esta foto.





Continuando pela Costa fomos até ao extremo, à fortaleza de Sagres. Aqui, as nuvens tinham dominado o céu por completo.




Fomos espreitar o forte, mas queriam uns 5€ para visita. Pareceu-nos demais para tirar apenas duas ou três fotos. Merece sem dúvida uma visita, mas mais demorada.




Gás no tri-cilíndrico e eis-nos de volta para Norte. Estrada fantástica meio-serrana de vistas fantásticas, bom piso e traçado fácil. Via Aljezur fizemos tudo de um trago até Odeceixe sem molhar o equipamento.

Breve paragem para espreitar o parque eólico... Pá, Barradas?!


Confesso que este troço me caiu no goto. Uns bons quilómetros adoráveis de puro mototurismo, em que as sensações são ampliadas por nos deslocarmos no cenário e fazer parte dele.

De Odeceixe à Mimosa, também pouco parámos.



Na Mimosa o Barradas tinha previsto uma paragem numa queijaria tradicional do seu conhecimento. Com um bocado de sorte, ainda chegaríamos a horas para lá comprar uns viveres típicos para a ceia. Assim foi. Apesar de já estar a noite posta, a senhora ao balcão aviava clientes como mais não. Levámos requeijão fresco e uns queijinhos. O Rui ainda conseguiu enfiar na mala com algum jeito um belíssimo pão alentejano.

Mais 150kms à nossa frente, até à capital. Um pouquito de chuva pelo caminho, nada de preocupante, ou sequer incomodativo. Paragem para despedidas e entrámos os dois na capital pela ponte mais antiga, separando-nos logo à sua saída. Meti-me na A5 em direcção a casa, em ritmo brando que o cansaço dispensava folias de última hora.

Um magnifico fim-de-semana a Sul. Belas paisagens, bons repastos, bom convívio, e já agora, boa máquina… Claramente a Tiger a fazer valer as suas aptidões turísticas e aventureiras.
Ficámos os dois com a opinião reforçada sobre as “inglesas”. São verdadeiramente “pau para toda a obra”, fazem tudo bem, sem esforço e com uma facilidade tremenda.

Finalmente o agradecimento ao Rui pela companhia e por me ter recebido na sua casa de família.

Esta oportunidade permitiu-me conhecer esta lindíssima região natural, o Algarve, em época que é mais genuína.
Desculpem-me algum sentimento de amargura que tenha deixado no texto, mas efectivamente revolta ver aquilo entregue a outros e em função de outros.
Bem sei que se lucra com isso, nomeadamente na captação dos Euros deste pessoal. Infelizmente, e isso é que triste, algo necessário para que se sobreviva.
Novamente caímos na responsabilidade que é nossa, a do desenvolvimento e diversificação de oportunidades de uma região onde de há vários anos a única forma de vida é depender em exclusivo do turismo. Visão curta habitual dos (i)responsáveis entidades (in)competentes, que nos lançam areia ou pastéis de ntar para os olhos... Isto vai mal compadres.

Cumps!

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Ter 07 Fev 2012, 23:54

Fotos e texto acrescentados!

Finalmente crónica fechada.

Wink

Cumps!

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ruimbarradas
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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Qua 08 Fev 2012, 10:41

Bem, mais uma excelente crónica.
Estes relatos deixam-me de queixo caído e fazem-me sentir como se estivesse novamente no local.

Em relação aos elogios e agradecimentos, são completamente dispensáveis.
Quem me conhece, sabe que me dá um gozo imenso apresentar aos amigos aquilo que conheço e tê-los na minha companhia.

A isto chama-se juntar o útil ao agradável. Andar de mota, vendo ou revendo o que melhor estes cantinhos de Portugal têm para nos oferecer e ainda disfrutar da companhia dos amigos.

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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   Qui 09 Fev 2012, 19:56

Muito bom!!

cheers cheers
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MensagemAssunto: Re: Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)   

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Bifas in "Allgarve" (13-15JAN2012)
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