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 "Alte" e pára o baile!

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ruimbarradas
Padeiro-Mor
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MensagemAssunto: "Alte" e pára o baile!   Sab 03 Dez 2011, 23:27

Olá a todos,

Depois de na Quinta-Feira ter tirado a minha Tiger do stand e de ter dado uma primeira voltinha de cerca de 100 Kms, apenas para perceber como se acelerava e travava... Laughing , hoje foi o dia de testar parte das capacidades da máquina e colocar o odómetro em condições da Tiger fazer a sua primeira revisão.

Ainda na Quarta-Feira, quando soube que teria brinquedo novo para esta fim de semana, em jeito de desafio questionei o Daniel se este fim de semana ia estar de chuva.
Como ele se começou a rir, calculei que aquela fosse a forma dele expressar que ia embarcar na minha proposta:
Fazer uns Kms, mas não sei por onde. Mas isso também não interessa nada. Depois logo olho para os mapas.

Ora, na Quinta-Feira, lá olhei para os mapas e tudo apontava para o Sul. Esta era a zona do país para a qual se previa mais frio e para dois homens de barba rija não há nada melhor que apanhar muito frio... ou não! Laughing

A ideia de fazer parte da N2 partiu do Daniel e logo dei um jeito para arranjar um destino que servisse como pretexto - como se nós precisássemos de pretextos para fazer uns Kms Laughing

Combinada estava a saída para as 8H00 e às 7H40 lá estava eu a dar de beber ao Tigre para o levar estrada fora.

Saímos de Lisboa pela ponte Vasco da Gama e logo no Montijo, apanhámos a N4 até Montemor. Aqui foi entrar na N2 e logo começa a diversão com umas curvinhas na zona de Santiago do Escoural.
Fotos não há porque francamente esta é uma máquina que quando estamos aos seus comandos não temos qualqyuer vontade de parar.

Primeira paragem no Torrão, mas apenas para duas ou três fotos.
Aqui está uma delas:




Seguimos depois para Odivelas e Ferreira do Alentejo, onde parámos apenas para beber um café, seguindo depois para Aljustrel, onde nas suas proximidades se passa por uma sequência de curvas bem divertidas. E aos comandos de uma Tiger tudo parece ainda mais divertido.
Como devem calcular, estávamos tão "aborrecidos", que nem nos lembrámos de parar para tirar fotos. Laughing

Já depois de atestar as motas em Castro Verde - aqui o computador de bordo, marcava uma média de 4,9L/100Kms - seguimos em direcção a Almodôvar.
2 ou 3 Kms depois chegámos a este local:






Mas não era isto que procuravamos...
Alguns metros à frente, lá demos com o que se pretendia:

KM 666 da N2. Não sou um tipo supersticioso, mas já estou como o outro:
Não acredito em bruxas, mas que as há, há! Laughing








Seguimos então em direcção a Cortelha onde mais tarde almoçariamos, mas depois de um fartote de curvas em jeito de parque de diversões, houve ainda tempo para uma paragem num miradouro de onde se pode avistar, para um lado boa parte do Algarve e, para o outro lado boa parte do Baixo Alentejo:












Seguimos então para mais uma sequência de boas curvas até alcançarmos Cortelha, mais propriamente o Restaurante Casa dos Presuntos, no qual se come muito bem.

Aqui, já depois dos estômagos aconchegados, ou será "enfartados"?:




E que melhor existe para desmoer o almoço? Siga para mais umas quantas curvas...
Segundo consta, a Serra do Caldeirão, entre Almodôvar e Alportel, tem 365 curvas. Eu não sou bom a matemática, por isso se alguém lá quiser ir contar quantas curvas são ao certo, acompanho-vos de boa vontade! Laughing

Cehgávamos então a Alte, uma pequena aldeia na serra Algarvia. Na "parte de baixo" da Aldeia, ou mais propriamente na parte de baixo do cemitério, existe uma cascata:








Aqui o Daniel a preparar a máquina para tirar a foto. Depois disto há sempre uma corida até ao local de pose.
Um dia, quando ele nesta manobra sacar um monumental tralho, vocês vão perceber como valeu a pena eu ter sempre tirado fotos destes momentos Twisted Evil :



... e os animais - que não têm outro nome - vandalizam os espaços públicos!




Ora, à parte Norte da aldeia de Alte, existe outro ponto que merece a visita. As chamadas Fontes, trata-se de umas piscinas "naturais" que resultam da água de nascente que corre pela aldeia e é retida. Infelizmente nesta altura do Ano, as piscinas estão vazias e por isso estas fotos não demonstram a beleza do local.


















Saindo de Alte por estradas municipais, passamos no Malhão, local onde existe um tempo budista... e uma vista magnífica sobre o Algarve:
















Continuando para Norte, parámos no Pico da Mú:




O meu Tigre no seu habitat natural Wink :






Aqui vemos o Daniel a tentar perceber se os geradores estavam alinhados:




Como nesta altura do ano, a noite chega cedo, lá rumámos a Lisboa.
Aqui ficam duas fotos da ultima paragem na Marateca:






E assim se fizeram cerca de 580 Kms, num dia frio mas ensolarado, deixando a Tiger pronta para a sua primeira revisão de forma a preparar-se para a sua vida "adulta". Twisted Evil

_________________
Rui Barradas


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Cobra

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MensagemAssunto: Re: "Alte" e pára o baile!   Dom 04 Dez 2011, 21:43

Cá vai o relato e fotos!

-/-

Com a Tiger do Rui acabada de chegar (um parto difícil!), é lógico que me começou a fazer a conversa para uma saída no fim-de-semana.
Ainda por cima, parece que se avizinhava um fim-de-semana limpo, sem ameaços de chuva...

No final da semana começo a receber umas propostas de percurso, todas a Sul, que a Norte parece que há hipótese de cair água.
Só à noite pude me debruçar sobre os mapas. Entre várias opções do agrado dos dois, tínhamos Costa Vicentina, Mértola, Alentejo em geral. Com o puxar do mapa para cima e para baixo, veio-me à cabeça uma ideia.
Ao observar o mapa, dou de caras com a tão badalada N2. Comecei a segui-la desde Montemor até mais para Sul, próximo dos Algarves. Pareceu-me uma boa ideia. Depois um regresso pelo IC1, sempre desviando das AEs, que ainda é cedo para a Tiger "bebé" se lançar em velocidades.
Dei conta da ideia ao Rui, que imediatamente respondeu com uma proposta revista. Geralmente é assim que funciona connosco. Um dos dois faz um traçado e ou outro complementa. A sugestão do Rui seria fazer uma passagem por Alte, local que dista de 20km de Albufeira e que desconhecia por completo.
Para além disso, outra sugestão, regresso por Almodôvar pelo meio da serra, em traçado desafiante. Pareceu-me excelente!
O almoço seria feito quando chegasse a fome, num boteco qualquer que nos aparecesse pela frente. Iríamos portanto fazer para passeio de estreia em jeito de evento "N2" personalizado, ou melhor dizendo, um passeio "1/2 N2".

Comecei a "googlar" por "Alte" e rapidamente me surgiram uns quantos cenários interessantes de piscinas naturais. Dei uma espreitadela pelo geocaching.com, e descobri ali mais outro local para visita, uma pequena cascata de aspecto inspirador.
O Rui também fez a sua pesquisa, e no fim da noite, já tínhamos um percurso delineado com 4 ou 5 pontos de passagem interessantes. Só faltava uma espreitadela pelo boletim meteorológico, que logo nos deu a entender que a palavra chave do dia seria "agasalho".

Madrugada de sábado, tinha acabado de nascer o Sol, e já estava no ponto de encontro do costume, pelas 7h30, com o Tigre arreado.
Café, pastel de nata, e saímos a caminho. Eu estava particularmente desconfortável com os vários centímetros de roupa em cima do canastro, mal me conseguia mexer (enfim, estou a exagerar, mas serve para passar a ideia).
Era isso, ou bater o dente, e no dia seguinte ficar de cama. Atravessámos a Vasco da Gama, e daí seguimos sempre por nacionais até Montemôr, para finalmente encarrilar pela N2.
Já tinha feito uns curtos troços da N2, mas nunca até lá abaixo, pelo que tinha alguma curiosidade em conhecer tão afamada estrada.

Passagem pelo Torrão, onde parámos uns curtos minutos só para tirar umas fotos. Ainda trocámos duas ou três palavras com uma simpática senhora Torreense (é assim que se chamam?) que nos desejou boa viagem.



Logo depois do Torrão começou tudo a ficar muito interessante. Paisagens verdejantes e rurais, com muito gado. O traçado também era agradável, e ia alternando entre rectas curtas e curvas fáceis.
Ao chegar a Odivelas (no Alentejo, sim...), o Rui embicou para a vila. Eu seguia atrás e levava o GPS. O intercom do Rui tinha ficado sem "pilha", de modo que não o pude avisar. Tentámos atravessar a vila, mas para quem não conhece, Odivelas é uma espécie de "pirâmide" onde se construiram em cima umas casas.
Subir ao topo da "pirâmide" de mota, não custa nada, mas descê-la guiado por GPS em curvas apertadas, por calcada, com obstáculos à frente requer alguma vontade para a coisa. Uma das ruas de inclinação a pique por onde o GPS nos mandava tinha um automóvel atravessado a barrar a passagem. Imaginei logo que se fosse preciso, seria muito difícil fazer ali inversão de marcha.
Decidimos arrepiar caminho e voltar ao ponto do desvio, para prosseguir pelo caminho inicial sugerido pelo GPS que efectua passagem ao largo da vila.

Continuando pela N2, a estrada ficava mesmo muito interessante. O cenário continuava idílico e a estrada começava agora a ser desafiadora. Os poucos quilómetros que se fazem entre Ervidel e Aljustrel são verdadeiramente "nirvânicos"... Jesus, o jogo de cintura que é preciso.





Tínhamos uma paragem simbólica planeada, tirar uma foto num marco quilométrico da N2, para mais tarde recordar.


Ora um bom número para escolher, seria o km 69 (lol), infelizmente esse fica na metade de cima da N2 que não fizemos, de modo que ficámos pelo km 666.



Passado Almodôvar, e continuando pela N2, começámos a galgar a Serra do Caldeirão... Minha Nossa Senhora, se o troço até Aljustrel tinha sido divertido, este até Barranco do Velho, é um verdadeiro puro extâse. Requer também muita atenção. A estrada é boa e bem traçada, mas algumas curvas cerram a meio, alguns troços assemelham-se a verdadeiras cobras, encadeando 5 ou mais curvas e contra-curvas, e avistava-se muito lixo na berma.
Estava a aquecer, mas mesmo assim ainda ia atordoado com o frio... Abri logo a pestana, e se de inicio fomos calmamente comigo à frente, para o final já íamos com ritmo mais vivo com o Rui adiante a querer sentir as capacidades da sua Tiger.
E são excelentes! Nunca se nega, e acompanha todas as nossas vontades com uma facilidade tremenda. Estas máquinas têm mesmo um ADN serrano, percebe-se que "adoram" este tipo de percurso. Certeiras em curva, o equilíbrio está facilitado, qualquer transferência de peso ou acerto em curva e faz-se sem sobressaltos ou surpresas. A ciclística é soberba, é incrível como uma máquina pode ser tão capaz em tantos aspectos.

Uma paragem no miradouro do Caldeirão, onde se avista quase tudo, o Mar, o Algarve e Alentejo.




Regresso às "burras", ou melhor... aos "felinos", para mais umas curvas. Dado ser perto da uma, o Rui sugeriu uma paragem em Cortelha, na Casa dos Presuntos, onde parece se come bem. Vamos a isso, é mais um quarto de hora até lá.
Aí demos descanso às máquinas e fomos tratar do estômago... E que bem ficou tratado. Não foi propriamente barato, mas também não nos privamos de nada e comemos de tudo o que tínhamos direito.
Queijinho, presunto e chouriço caseiro para começar. Uma valente dose de borrego assado no forno, e para acamar uma tarte de figos para mim (que bomba meu Deus!) e uma torta de alfarroba para o camarada da frente... Ui... Seriam umas 14h e picos quando saímos de lá a rebolar.

Peço desculpa, não há fotos do repasto, tal era a vontade de "dar ao serrote"... Very Happy

Que moleza... Com a pança cheia e um arzinho fresco a entrar pelo frestas do capacete, só apetecia pendurar os braços no volante e encostar ao depósito ao som da suave melodia do tricilindríco... Passámos Barranco o Velho, saímos da N2 e finalmente chegávamos a Alte.
Seguimos directamente para o ponto de acesso à cascata de Alte (ou Queda do Vigário). Pelo mapa, dava-me ideia que conseguiríamos chegar à beira desta em cima das motos. Lá chegados, percebemos que teríamos de ir a pé. Não é que o caminho fosse bera, mas estava barrado com cancela de ferro.



Descemos dos Tigres e seguimos a pé, aproveitando para desmoer o almoço. Descida a pique, até lá abaixo (ui, o que vai custar no regresso!) e daí a instantes estávamos à beira da cascata, pequena, mas belíssima. Adivinham-se por aqui grandes banhocas no Verão.



O espaço em redor, parece meio abandonado. Existe uma infraestrutura que deverá dar suporte a sanitários e algum serviço de bar, mas estava bastante mal tratada. Por lá se encontram também umas mesas e bancos a precisar de alguma manutenção.
Fotos da praxe, e regresso para cima...



E bem custou subir aquilo tudo... Mas fizémo-lo de uma vez, já com os casacos debaixo do braço.

Seguimos para a parte Norte de Alte, aí onde se encontram as piscinas naturais e onde nasce a ribeira de Alte.




Quando lá chegamos, estava montada uma algazarra, que se assemelhava a um encontro de tunas. Algumas bancas, madeira para fogareiro, e muita mini.




Demos uma volta ao local, tirámos mais uma fotos, e seguimos para a estrada que o Sol já estava a querer esconder-se no horizonte.




Começámos então a rumar para Norte, pela Serra, seguindo a sugestão Rui. Por esta altura começava a arrefecer de novo. Entrámos Caldeirão dentro, e depois de iniciar a subida íngreme até ao malhão fomos fazer uma visita rápida ao centro budista.
Sim, não me enganei, há mesmo um centro budista num dos picos da Serra do Caldeirão. Foi o primeiro a aparecer em Portugal (agora com templo e tudo), e conta já com cerca de 30 anos de existência. Parámos as Tigresas junto ao relicário (ou "Stupa", como se deve chamar) para tirar umas fotos.




A vista aqui de cima é qualquer coisa de fenomenal.




Quando por ali estávamos aproximou-se de nós uma curiosa figura. Um tipo dos seus 60, cabelo tingido de negro, com meio bigode no lábio superior e uma sandes de paio na mão.
Começou a mirar as "bifas" e logo encetou conversa connosco. Pelo que percebemos seria um "motard" mais ou menos reformado. Tinha uma V-Max "americana" (seja lá essa a variante que for) e gostava de ferros, mas dentro do género das nossas a sua preferência ia mesmo para "Vanaderos".
Um tipo simpático, trocámos ali dois dedos de conversa e deixámo-lo seguir caminho para o templo (ele e a sua senhora que entretanto apareceu). Para nós a visita fica por aqui, que ainda temos muitos quilómetros pela frente.






Mais dez minutos de estrada, e parámos junto ao parque eólico do pico de Mú, que se diz ser o segundo ponto mais alto da serra com os seus 577m de altura... Pois não estivemos ali mais de 5 minutos, tal era a "aragem" que se fazia sentir.





Toca a agasalhar, todos fechadinhos, manápulas aquecidas ligadas e siga para Lisboa.

Subimos até Almodôvar. Aí ia desatinando com um pensionista a bordo de um Ford Fiesta branco. A estrada variava entre rectas e curvas curtas, o Sr. reformado teimava em fazer todas as curva a direito.
Fui atrás dele à espera de uma oportunidade de rodar o acelerador, mas estava difícil. Pensava eu que aquilo era idade, até que o apanhei a controlar-me pelos espelhos... Grande artista. Lá apareceu uma recta mais esticada onde rodei o acelerador e fiz questão de lhe fazer soar no ouvido o ronco do Arrow.
Ainda pensei le deixar uma marca da mala na lateral, mas provavelmente ficaria eu a perder.

Depois de Almodôvar seguimos nas calmas pelo IC1, e à saída de Grândola parámos para comer qualquer coisa. Poucochinho, que ainda estávamos enfartados do almoço.



Na Marateca, entrámos na A2, e separámos-nos mais adiante, seguindo o Rui pela Vasco da Gama e eu pela 25 de Abril.

E sem entrar em detalhes, daí até à ponte, o Tigre foi sempre de goela aberta...



Grande voltinha, fiquei fã daquele troço da N2, vai para os primeiros lugares da minha lista de melhores estradas mototurísticas do país (e já fiz umas quantas), quer em traçado, quer em piso, quer em cenário. Sem dúvida um local a revisitar numa futura Padeirada.

E pronto, o Tigre negro ficou quase rodado para a vida Padeirística que aí se avizinha... O meu Tigre no fim do dia, somou mais 610km, ficando com 3000 e poucos no total. E já começo a amealhar com esta máquina umas quantas boas memórias.

Cumps!

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Última edição por Cobra em Qui 12 Mar 2015, 23:05, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: "Alte" e pára o baile!   Dom 04 Dez 2011, 22:57

Cobra escreveu:
Cá vai o relato e fotos!

-/-

......
E que relato do cacete! Ao ler esta crónica, senti-me novamente a viajar pela N2.

Para quem não conhece o troço da N2 entre Almodôvar e Alportel, passando por Barranco do Velho (onde saímos da N2), recomendo vivamente que o faça.
Concordo plenamente com o Daniel, este é sem dúvida um dos melhores troços para a prática da "modalidade" de Mototurismo.
Além da excelente estradaque nos proporciona um fartote de curvas - consta que sejam 365 curvas - toda a paisagem ali existente e em seu redor, é de ficar de queixo caído.

Recomendo a descida pela N2 até Barranco do Velho, de seguida apanhar a R124 até Alte e daí subir em direcção ao Malhão e posteriormente Almodôvar.

Em alternativa poderão descer por Beja, Mértola, Alcoutim e continuar sempre junto ao Guadiana (fronteira com Espanha) até Odeleite. Daí segue-se para Norte pela N122 para logo de seguida apanhar a R124 para Barranco do Velho, subindo então a N2 para Almodôvar. Este foi o percurso realizado aquando da Rota das Pirites.

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Rui Barradas


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MensagemAssunto: Re: "Alte" e pára o baile!   Seg 05 Dez 2011, 08:36

Muito bem, relatos mais que alto nível.... cheers cheers cheers cheers

Dia prefeito para se fazer a rodagem à tigresa preta, com uns bons pares de centenas de km's Wink

Os relatos sem dúvida do melhor, com as fotos a complementarem toda a história.

Obrigado pela partilha Wink

Abraço
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MensagemAssunto: Re: "Alte" e pára o baile!   

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