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 Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)

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Cobra

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MensagemAssunto: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Qua 23 Nov 2011, 00:03

Cá vai o meu relato...

Andava eu a ver o tempo para o fim de semana e a comentar com o Barradas que parece que ia haver uma aberta, quando ele me falou de um restaurante na Vidigueira.

Ora da Vidigueira a Noudar vão poucos quilómetros para quem já tem o rabo calejado, pensei eu. Se um diz "mata", ou outro logo diz "esfola", e daí a pouco o Rui sai-me com uma mapa que prometia um regresso a Noudar.

E o que tem Noudar de especial?... Muita coisa. Desde a sua curiosa localização geográfica (situada no topo de um monte debruçado sobre Espanha), à sua história e Castelo, ao seu isolamento, e ao caminho que se tem de fazer para lá chegar, cerca de 10kms de um misto de caminho rural, estrada de terra, e troços com resquícios de alcatrão. Nada de por aí além mas de Inverno todo o percurso sobe numa ou duas estrelas de dificuldade.
Mas porventura, para mim, o que mais de especial tem, são as memórias que me ficaram de um dos primeiros passeios que fiz com a malta há 3 anos atrás, mais ou menos por esta altura (vide http://www.comandopadeiros.org/t48-planicie-dourada ).
Dessa vez, com o Rui, e creio que pela primeira vez com o Marco, seguimos para Serpa à procura das belas planícies douradas alentejanas.
No programa não estava previsto Noudar (aliás nem conhecia tal sítio), mas o Rui num rasgo de inspiração, após um copioso almoço no Molhó Bico, resolve apontar a agulheta para lá, e os outros doidos seguiram-no.
Bem na realidade fui eu à frente, pois era o único que levava GPS, mas a doideira era a mesma, seguimos uns atrás dos outros. Curtímos que nem uns putos, em modo aventura, serra fora percorrendo aqueles 10kms finais até ao Castelo em estrada alagada pelas recentes chuvas, nalguns locais. Ricas lembranças tenho ainda dessa aventura.

Bom, mas antes de tudo, o apontamento histórico, que não dispenso.
A presença humana remonta à pré-história, passando por aqui Romanos, Visigodos e Muçulmanos. Foram estes últimos os responsáveis pela edificação da primeira fortificação.
Em 1300 e pouco a vila de Noudar é alvo de grandes obras à responsabilidade da Ordem de Avis, sendo reconstruido o Castelo em formato medieval.
Depois passou por mãos espanholas, sendo apenas restituído a Portugal em 1715. Em 1825 a vila é extinta, inicia-se o despovoamento, e Barrancos recebe o título de sede municipal em 1893.
Em 1997 a autarquia adquire o Castelo (classificado como Monumento Nacional) e vai mantendo o espaço à medida que pode. Claramente não ao nível do que merecia, encontrando-se o espaço desorganizado, em ruína e a precisa de sério acompanhamento e cuidados. Infelizmente uma história repetida um pouco por todo o território.

Decidido e publicado o programa, começou-se a perfilar a equipa de padeiros ao serviço.

Sem medos, o Marco aceitou o desafio, na Drifter claro, ainda está para vir a mota que aquele rapaz não leve para o mato.
O Benedito cheio de vontade, estava pendente de compromissos profissionais, e o Pedro Quá também aceitou o desafio em dúvida.
Já se adivinhava um bom grupo, sem dúvida!

No final da semana, já estava certo que iríamos para o único local onde provavelmente choveria em Portugal. Grande pontaria Very Happy A ida para Noudar prometia ser animada.
Entretanto boas notícias, confirmações do Benedito e do Quá aos comandos da gloriosa Super Ténéré do mano, e ainda a de um estreante a padeiro, o Bruno e a sua GS.

Domingo, 8h00 e picos e estávamos a arrancar do local do costume. Fresquinho, mas desta vez traziam todos agasalhos (vide http://www.comandopadeiros.org/t1245-parque-natural-da-serra-de-sao-mamede-27-11-2010), até o Marco vinha munido da sua bolha preparado para o pior.



Seguimos pela A12, pela A2, saindo em Alcácer para as nacionais. No Torrão efectuámos a primeira paragem para cafés e mais qualquer coisita a quem apetecesse.




Volta ao percurso e em Odivelas de novo uma pausa junto à albufeira para mais um momento de convívio e fotografia. Até aqui tudo bem, o céu mantinha um ar feio, mas ainda pouco ameaçador.



E siga caminho. O Rui não levava GPS e ia navegando à vista, eu seguia atrás com GPS em modo economia. Às tantas o Rui começa a desconfiar do percurso, e à cautela sigo para a frente para guiar o pessoal por GPS.
Passámos o Alvito, e no caminho de saída apontado pelo aparelho, começo a ver indicações de estrada cortada... Mau... Mais adiante demos com uma ponte cortada com sérias obras no tabuleiro. O Pedro foi espreitar lá abaixo por uma possível passagem a vau... Negativo. O Benedito investiu pelo tabuleiro, contornando os blocos de betão que bloqueavam o acesso. Foi ver mais adiante, e fez-nos sinal que a passagem era possível... Vamos nessa.

O Marco engata a primeira e lá vai ele à minha frente. À frente dele o Rui, e já do outro lado estavam o Pedro, o Benedito e o Bruno. O tabuleiro estava bem enlameado e por alguns momentos vi a Drifter fazer jus ao nome, driftando em larga escala com a roda traseira... Chiça! Lá adiante era preciso passar outra barreira de betão. Uns foram logo pela vala lateral à direita. Os outros contornando o bloco à esquerda. O Barradas teve de desmontar uma mala lateral, mas daí a pouco estávamos todos de novo na estrada virados na dirrecção certa.



Siga, que hoje ninguém nos segura... Ainda subimos um rochedo até ao topo de roda no ar!

Mais uns quantos quilómetros, e começam os primeiros pingos. Nada de especial, mas notava-se pela estrada que tinha caído por aqui muita água recentemente.
Adaptei o ritmo ao estado da estrada, estávamos a cumprir a agenda, pelo que seria de evitar stresses desnecessários.

Daí a pouco, chegávamos a Moura, e ao restaurante, seriam meio-dia e pouco. Arrumámos as máquinas, e fomos ao que interessa. As encomendas dividiram-se entre migas e choquinhos, e estava bom, como da última vez, em especial o queijo de Serpa assado de entrada a que tivemos direito.

Muita conversa, muita risada, e vai de voltar à estrada. O Bruno estava de regresso, um compromisso impedia-o de nos seguir até ao Castelo. Foi pena, mas não faltaram oportunidades, espero que tenho gostado do tempo que nos fez companhia.

E finalmente Noudar... Depois de uma hora e meia de estrada, chegávamos a Barrancos, no caminho o Barradas lembrava-se de um susto que por ali teve da primeira vez que cá estivemos. Um atravessanso forçado da Strom, na sequência de um troço de estrada suja.

Alguns abasteceram na estação de serviço, mais uma foto e siga para o acesso a Noudar.



À primeira vista, a estrada não parecia estar grande coisa. Tudo encharcado com alguma água escorrer. Parámos na ponte para opinar e tirar fotos, e decidimos avançar até onde desse.



Lá fomos. Depois de uma subida íngreme começa a pista de cascalho. E para o nosso espanto, nada de terra ou lama... Apenas alguns troços com restos de alcatrão e muita pista de cascalho. O cascalho não é amigo, mas a pista estava "careca" nos rodados dos carros, ficando o substrato sólido à nossa vista. Um perfeito carril para quem vai de duas rodas. Bastava apontar para ali a roda e seguir, sem sustos, nem medos. O Barradas seguiu à frente, os restantes atrás dele e o capitão bolha atrás de nós no encalço sem fazer a mínima má figura. A Drifter parecia um verdadeiro tractor, campo fora.





Achei que íamos juntos demais, mas pronto, a velocidade também era pouca. No caminho passámos por muito gado e bonitas paisagens. Lembro-me de afastarmos um enorme boi à beira da estrada, felizmente o bicho correu no sentido oposto, senão havia ali ráia.




Sei que num instante estávamos às portas do Castelo e a desfrutar da maravilhosa paisagem. Todos, menos o Barradas que estava ralado com um barulho estranho na transmissão.



Uma espécie de estalo que não se percebia bem de onde vinha, se do pinhão de ataque, se da corrente, se da cremalheira... Depois de andar umas vezes para à frente e para trás, ficou-se mais ou menos com certeza que seria da corrente.



Bom, vamos deixar esse problema para depois e despachar a visita ao Castelo antes que feche. Máquinas em punho, percorremos a muralha apreciando a fantástica vista que se tem do topo. É difícil de pôr em palavras a grandiosidade do panorama que se tem dali.



No topo do mundo, debruçados sobre as planícies e ao nosso redor lá em baixo o rio Ardila e ribeira de Múrtega. Ver isto ao cair do dia é único. Ficam as fotos que acreditem não conseguem passar a dimensão do cenário.









O quadro de família.



O interior do Castelo só está acessível em horário reduzido, estando-lhe atribuído um guarda que por lá andava com os seus canitos.



Regresso às motas para fazer os 10kms de volta. O Rui estava preocupado, e decidiu andar mais um pouco para tomar o pulso à gravidade da situação.



Estava a precisar de carinho.



O pessoal distanciou-se à frente, e eu segui atrás do Barradas, não fosse alguma coisa ceder. Fizémos os 10kms de volta a ritmo normal, mas ao chegar à ponte o prognóstico não era o melhor. Segundo o Rui o barulho tornara-se mais evidente e frequente, aparecendo em todas as mudanças. O Barradas já não sabia se havia de chamar o reboque ou levá-la assim a até Lisboa, ainda eram 250 e muitos quilómetros pela frente. Alguém se lembrou de lubrificar a corrente, e o Benedito prevenido carregava com ele uma lata de spray. Deu-se ali uma volta á corrente, ficando a mesma lubrificada.
Seguimos e... Ó maravilha... felizmente, curou-se!... Provavelmente com alguma folga e a água que apanhou pelo caminho a corrente secou, perdendo a sua flexibilidade. Um bocadito de óleo, e voltou a encarrilar onde devia.

Mais descansados, e agora tendo por tecto um magnífico horizonte de céu limpo, parámos ainda junto à estação fotovoltaica da Amareleja e depois numa castiça taberna no lugar.




Ainda trocámos umas conversas com os velhotes do sítio e depois seguimos o nosso destino.

Mais uma paragem em Évora para reabastecimentos, e já fazíamos contas às bifanas. A sugestão seria uma casa antes de Montemôr bem recomendada. Tivemos foi azar, pois quando lá chegámos estava fechada... Irra... Não faz mal, vamos ao sítio do costume, ao bom e velho Pic-Nic.

Já noite escura, mandámos vir umas bifanas, que estavam boas, como é normal por ali. Ficámos na rua, o frio por ali não era muito.

E estava feito o dia, e que rico dia. O Marco e o Pedro seguiriam por nacionais até à Vasco da Gama, os restantes pela autoestrada.

Eu vinha com vontade de "espremer" o Tigre e fazê-lo subir de rotações. Por duas ou três vezes dei conta ao Barradas, rodei o punho e fiz subir o triplo até às 8500rpm.
Devo dizer que tinha acabado de montar novo vidro esta semana, o Airflow de duas peças da Givi, e que maravilha aquele vidro é. Não é que não soubesse, já na VStrom o achava excelente, mas não há dúvida (aliás como o afirmam os especialistas) que a solução laminar em termos de eficiência é a melhor.
Logo de manhã fiquei espantado como nas recuperações com a facilidade que chegava a marca dos 180 sem dar por ela. Pois bem na autoestrada pude confirmar a excelência da montra, que na posição mais baixa me deu uma estabilidade e conforto impressionante até próximo da marca dos dois zeros.
Ó maravilha da engenharia inglesa, total estabilidade em velocidades para estes valores, algo que nunca senti com a japonesa. A partir dos 170 a Strom aligeirava a direcção e começa a armar-se em pássaro, com desejos de levantar o nariz e voar.

Segui com o Benedito pela 25 de Abril, deixando o Barradas a caminho da Vasco da Gama. Na A5, apanhámos pouco trânsito e desde Carnaxide segui sozinho até casa.

Grande voltinha, muito boa mesmo, em boa companhia.

Mais uns quantos bons momentos, para juntar ao album de memórias.

Cumps!


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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Qua 23 Nov 2011, 19:01

Bem,

Se há por aqui quem me chame o dos mapas e percursos (não considero ser verdade), este homem é sem dúvida alguma o mestre das crónicas.

Bem sei que estou em falta com a minha parte da crónica, mas certo é que depois deste magnífico texto e fotos, até me sinto envergonhado em colocar o que quer que seja.
Formidável!!!

Nos próximos dias colocarei a minha crónica.
Infelizmente não tenho tido tempo nem cabeça para tal. Acho que este foi mesmo o ultimo miminho da minha Strom. Estou deprimido! Laughing

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Rui Barradas


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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Qua 23 Nov 2011, 19:23

Muito Bom.
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Cobra

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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Qua 23 Nov 2011, 22:28

Gracias!

Epá, mas não se acanhem venham de lás essas fotos e comentários!

Cumps!

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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Qui 24 Nov 2011, 10:02

Oh Rui, tu andas com a cabeça nas lingeries e depois ñ tens cabeça para colocar as fotos e testemunhos.... Wink Wink Wink Wink Wink Wink

Toca de botar lá fotos sff Wink

Daniel, como tem sido habitual, esta crónica está fantástica, conseguimos viver os momentos passados, vendo e lendo a tua crónica....

Abraço
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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Qui 24 Nov 2011, 15:38

rikcorreia escreveu:
Oh Rui, tu andas com a cabeça nas lingeries e depois ñ tens cabeça para colocar as fotos e testemunhos.... Wink Wink Wink Wink Wink Wink

Toca de botar lá fotos sff Wink

Daniel, como tem sido habitual, esta crónica está fantástica, conseguimos viver os momentos passados, vendo e lendo a tua crónica....

Abraço

Eu ando é com a cabeça na minha linda V-Strom.
Ao contrário do que estava previsto, ainda não foi hoje que me despedi dela. Sad

Por este andar fico com ela por mais uns tempos.

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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Qui 24 Nov 2011, 21:45

Muito bom!!!

Dá gosto ler uma crónica destas e com belas fotos.
Tenho de aparecer brevemente!

Abraços
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pqua

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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Qui 24 Nov 2011, 22:52

ruimbarradas escreveu:
rikcorreia escreveu:
Oh Rui, tu andas com a cabeça nas lingeries e depois ñ tens cabeça para colocar as fotos e testemunhos.... Wink Wink Wink Wink Wink Wink

Toca de botar lá fotos sff Wink

Daniel, como tem sido habitual, esta crónica está fantástica, conseguimos viver os momentos passados, vendo e lendo a tua crónica....

Abraço

Eu ando é com a cabeça na minha linda V-Strom.
Ao contrário do que estava previsto, ainda não foi hoje que me despedi dela. Sad

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Aldrabão vou fazer queixa ao Admin. para te expulsar do forum affraid
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rikcorreia

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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Sex 25 Nov 2011, 10:00

pqua escreveu:
ruimbarradas escreveu:
rikcorreia escreveu:
Oh Rui, tu andas com a cabeça nas lingeries e depois ñ tens cabeça para colocar as fotos e testemunhos.... Wink Wink Wink Wink Wink Wink

Toca de botar lá fotos sff Wink

Daniel, como tem sido habitual, esta crónica está fantástica, conseguimos viver os momentos passados, vendo e lendo a tua crónica....

Abraço

Eu ando é com a cabeça na minha linda V-Strom.
Ao contrário do que estava previsto, ainda não foi hoje que me despedi dela. Sad

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Isso de Aldrabices aqui dá direito a cajado pelo lombo a baixo Wink Wink Wink Wink Wink Wink Wink
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Patricio

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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Sex 25 Nov 2011, 16:00

ESPECTACULAR cheers

A cronica é muito boa!!! A ver se me apresento pessoalmente à malta dos passeios porreiros Laughing é que cada vez que leio uma cronica destas, fico com muita vontade de participar nestas vossas aventuras... o problema é que a minha Tundercat não é muito dada a percursos onde existe "lama, gravilha, terra e essas cenas da Natureza" (é uma gata do asfalto)... a onda dela é mais Alcatrão...
Estou a ver que tenho de me mudar para as Trail antes que dê um Trailhe... tongue

Abraço e um bem haja a todos!!!
Sérgio Patrício

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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   Ter 29 Nov 2011, 00:24

Tardou mas cá vai o meu contributo para esta já excelente crónica....palavras para quê...aqui fica a minha reportagem fotográfica e o meu agradecimento aos meus camaradas de aventura. Hasta Siempre Cool

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MensagemAssunto: Re: Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)   

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Vamos comer umas (Migas) Alentejanas (20/11/2011)
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