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 Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...

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Cobra

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MensagemAssunto: Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...   Seg 31 Out 2011, 22:19



Com a primeira revisão feita e a perspectiva de um fim-de-semana soalheiro, só podia ir passear o “Tigre”.

Sem destino em vista, estive de véspera à volta do mapa a tentar decidir-me. Sul ou Norte? Talvez Sul, as terras Alentejanas sempre foram bom destino. Ou Norte, litoral. A costa até Aveiro é bem gira de fazer, e na urbe há "ovos moles" ou “tripas” da Costa Nova, ambas sempre uma delícia. Para Sul, veio-me logo à ideia Noudar, do qual tenho excelente memória num mítico passeio na companhia de dois bons amigos de estrada. Ia de encontro aos requisitos. Boas paisagens, local único e muitos quilómetros pela frente… Mas depois desisti. Hei-de lá voltar, mas novamente em boa companhia.
Depois lembrei-me das Minas de São Domingos, local único e deslumbrante… Mas bolas, ainda há pouco lá estive… O que me apetecia mesmo, não sendo um Ferrerro Rocher (passo a publicidade, mas parece que já estão aí à venda), mas sim andar por terras que desconheço ou mal-conheço. E se a isso se puder juntar um percurso até lá interessante, seria perfeito… No final, não foi nem Norte, nem Sul, mas antes o Centro, mais propriamente a albufeira do Zêzere.

Durante a semana, tinha-me sugerido um colega de trabalho a visita a um local (Aldeia do Mato) nas margens do Zêzere. Lembrei-me, há de facto um lado da albufeira que conheço relativamente bem, o Oeste. Desde Castelo de Bode a Dornes, são zonas bonitas por onde já andei. Da margem oposta, pouco ou nada me vem à memória, e muito menos a andar de mota. Pareceu-me um bom destino.

Comecei por fazer um levantamento, identificando alguns pontos de interesse e passagem – Aldeia do Mato, Penedo Furado, depois subir até à Sertã, e mais um pouco até aos "Pedrógãos" (Grande e Pequeno, ou vice-versa consoante o lado de que se venha) para uma visita à barragem do Cabril. O trajecto para cima seria feito, pela Serra, desde Loures ao Carregado (um percurso que conheço bem e recomendo para quem gosta de estradas que serpenteiam paisagens verdes), depois daí ladeando o Tejo (da Azambuja à Golegã) até à A23 para fazer um troço de poucos quilómetros, saindo na direcção de Martinchel. O regresso seria feito mais a litoral, com passagem junto a Tomar, Ourém, Porto de Mós e Serra dos Candeeiros.
Pelas minhas contas, qualquer coisa próxima dos 550 quilómetros. Domingo seria o dia ideal, pois com a mudança da hora, teria mais uma hora de sono que optei por prescindir e converter em mais uma hora de estrada. E às 8h30 abalei.

Chave na ignição, botão de arranque e… Ui, começa logo o cantarolar rouco do Tigre. Rouco, porque agora está equipado com o Arrow, e que sinfonia maravilhosa!...
Para além do rugir mais “cavernoso” o assobio característico parece agora mais pronunciado… Excelente.
A somar a isto também lhe “nasceram” umas luzes nas “orelhas”, vulgo faróis de nevoeiro… ou serão auxiliares?… Bem já nem sei. O que sei é que esteve uma neblina tramada o dia todo que não os consegui desligar! (lol) Também foram montados os punhos aquecidos de origem, para poder sempre que me apetecer, andar com as manápulas bem quentinhas.

Sai de casa, segui pela CREL às imediações de Loures para subir a Serra. Até agora tenho evitado auto-estradas e vias rápidas (por questões de rodagem), esta foi a primeira vez que pude “abrir a goela” ao Tigre. Ainda assim, não abusei, revisitarei essa temática no regresso. Passando o viaduto da CREL, fiquei com a sensação que a Tiger é bem menos sensível a ventanias que a maquina anterior (Suzuki VStrom), provavelmente devido aquela construção em “malha” metálica desprovida de carenagens. Os plásticos são bons, mas a direito, não de lado.

As diferenças de andamento com o novo "tubo", notam-se, o motor fica ainda mais disponível e redondo, um gosto! Em termos de potência, não notei grande coisa, mas também até aqui não tinha andado ainda a "arregaçar". Anunciados estão, mais 3cv (com reprogramação) a juntar aos 94 de origem (insignificante, claramente).

De Loures segui para Norte, atravessando a serra de Alrota, até às imediações de Arruda dos Vinhos. Curvas giras, algumas fechadas com bom declive, para fazer com cautela.

bonitas cores de Outono



Passando o Carregado e seguindo a N3, cruzei a Azambuja, Cartaxo, Santarém, Azinhaga (terra do saudoso Saramago) e Entroncamento até entrar na A23. Daí segui até à saída de Martinchel, onde me sucede um episódio digno de relato. Estava eu a sair da auto-estrada e passar o viaduto por cima desta, quando numa via de duas faixas com separador a meio, surge um automóvel na minha faixa em sentido contrário… Por momentos pensei, porra… Estarei fora-de-mão?... Mas depois de ver o velhote ao volante a rir e a acenar para mim, percebi logo a cena. Sacana dos velhos, sempre a desafiar o perigo com um sorriso nos lábios… Pelos menos, este não ia totalmente enganado.

Comecei a subir em direcção ao Zêzere, e depois de passar Martinchel, a paisagem muda e fica como eu a conheço. Estrada de curva e contra-curva por meio de pinhais e eucaliptais. Com as recentes chuvas o cheiro da terra estava forte. Um aroma delicioso de alfazema, eucalipto e pinho… Grandes troços de estrada, que diversão! E a Tiger sempre a acompanhar a "paródia". Creio que já o disse, mas volto a afirmá-lo para que não fiquem dúvidas. Esta máquina tem uma agilidade exemplar. A facilidade com que se muda de direcção é impressionante, não há forças que o contrariem. Não sei se será devido ao bom equilíbrio do conjunto, ou à largura do volante, ou a ambos, mas a verdade é que a sensação de leveza que sem tem quando parado em cima dela, é a mesma quando se rola na estrada e se "baila" com ela… Fantástico. Outro ponto a destacar, o sistema travão/suspensão… Confirmo que a combinação Showa invertida/pistão duplo Nissin é excelente, ao ponto de mal se notar o efeito “endireita” quando se aplica mais afincadamente o travão em curva… Mágico! Tal permite que as correcções de curva urgentes sejam algo verdadeiramente controlável.



Ao chegar à Aldeia do Mato, fui primeiro conhecer as vistas do miradouro… Convém dizer que este lugar é conhecido por ser mais uma das várias praias fluviais que acercam a albufeira do majestoso Zêzere. Duas ou três fotos, e daqui já se avista a praia, vamos a ela.

miradouro e vista para a Aldeia do Mato



Local encantador e bem composto que merece bem uma visita. Há por lá uma piscina improvisada, algumas gaivotas e canoas para alugar. O sítio em si fica colocado numa espécie de enseada. Logo ali existe um espaçoso bar, que pelo tamanho indicía logo o movimento que por ali haverá no Verão. Felizmente estamos nas estações frias, e estavam por ali quatro ou cinco pessoas… Óptimo, não gosto de confusão.

na praia a apanhar Sol







Depois da sessão fotográfica, parei o Tigre à sombra e fui ver o que por ali se servia. Já passava da uma da tarde e começava a dar-me a fraqueza. Quatro euros por um cachorro gigante e uma Cola não me pareceu mau, e o privilégio de poder almoçar com este cenário, ajudou à decisão. O tempo estava bom e o Sol bem no alto. Ao almoço tive a companhia de um gatito que esteve a ver ali se levava alguma coisa (é só Tigres e gatos, eu que até sou um tipo que gosta antes de cães). Mas acho que o "fulano" só queria companhia, pois não tocava em nada que lhe dava... Ou era fidalgo ou estava bem ensinado.

agradável "snack" com companhia




Satisfeito, voltei ao dorso da Tiger e rumei mais a Norte. Mais umas curvas à maneira pelo meio dos pinhais e chego ao Penedo Furado, local bem conhecido na zona.
Desci lá abaixo para ver a ribeira que atravessa a rocha, e as piscinas por ela formada. Lembrei-me de levar a mota quase até à margem para tirar umas valentes fotos cénicas, mas a meio desisti da ideia, estava a escarafunchar na areia e não me apetecia suar em bica para a tirar de lá (como já me aconteceu no passado com a Strom na Aldeia do Patacão). Rodei o acelerador, doseei embraiagem e dei meia-volta sem problemas, deixando-a estacionada em terra firme. Sítio deslumbrante, fiquei impressionado pela transparência da água.

ribeira




Esta água origina de uma passagem pela rocha (daí o nome) que forma uma bonita cascata mais adiante. Sem dúvida um local a revisitar com mais calma, de preferência fora dos meses “balneares” onde por aqui não se vê vivalma.

Penedo



Visto por baixo, faltava ver de cima, de modo que regressei à estrada para fazer os poucos metros que distam até ao miradouro. Daqui de cima a vista é mais abrangente e consegue-se perceber a dimensão do "assunto", do qual deixo aqui fotos. Recomendo a visita a estes dois locais a quem não conhecer, vale cada quilómetro de deslocação.

miradouro, vistas e dupla dinâmica




pá... sai de cima da Tiger, já!


No regresso ao Tigre reparei em algo de curioso. Tinha a bainha da suspensão cheia de pingas… Algo curioso, dado o tempo seco… Espreitando melhor vejo que o depósito do líquido de refrigeração estava destapado… Algo estranho, dado que é coisa que não se destapa por "dá cá aquela palha"… Não estou a querer responsabilizar a oficina que há três dias atrás interveio na máquina (1ª revisão), mas também não estou a dizer que não tenha sido… Acho plausível que tenha ficado assim, até porque a instalação dos relés dos acessórios que foram montados situam-se perto daquela zona (laterais do radiador). Foi pena, pois quanto a mim o trabalho foi magnificamente executado, estando os acessórios todos impecavelmente colocados. A propósito destaco aqui a qualidade do material, que me pareceu acima da média. Os acessórios não são baratos, mas estão impecavelmente bem integrados e de excelente qualidade. A protecção dos faróis auxiliares impressiona pela espessura, aquilo devem ser uns 3 a 4mm de aço inoxidável. O complemento de luz é fantástico e reforça consideravelmente a distância próxima e laterais. Rolando a meio da faixa da direita consegue projectar luz para a faixa oposta e toda a berma à direita, um luxo.
Regressando à questão do depósito destapado, é chato, ainda assim nada de muito grave. Tapei o depósito, verifiquei que o nível estava bom e siga com o divertimento.

Mais uns quilómetros de estradas com traçado sinuoso de curvas bem formadas. O único verdadeiro cuidado a ter, desviar do lixo no pavimento. Aqui confesso que redobro o cuidado. A roda traseira é muito viva, algo que ainda quero afinar, quer ao nível da suspensão e pneumático. Na verdade não é nada de preocupante, pois o eixo traseiro controla-se facilmente nesta mota, algo do tipo mota de enduro. Mas bom, para já tenho tido alguma cautela com isso.

Passagem ao largo da Sertã...




E finalmente chegada ao destino, barragem do Cabril, nas imediações do Pedrógão Grande e Pequeno.



Obra emblemática do antigo regime (anos cinquenta), que com os seus 136m de altura a fazem figurar na lista das maiores barragens e construções do país. A vista impressiona e espero conseguir transmitir um pouco dessa grandiosidade através da fotografia.

Cabril e Zêzere






publicidade... diferente


Depois de passar por ali algum bocado, seria tempo de fazer o regresso pelo outro lado da albufeira. Passagem por Cernache do Bonjardim e dai rumo a Oeste em direcção a Ourém.

últimos retratos do Zêzere




De caminho passagem por Formigais e paragem num dos muitos e bonitos cantinhos do Nabão… e claro, mas duas ou três chapas...

pausa à beira do Nabão, em Formigais



Por esta altura seriam 17h e a noite começava a cair (fruto do acerto da hora). Toca a agasalhar, vestir o forro e ligar os punhos aquecidos (também recentemente instalados). Novamente, um luxo de equipamento. Digo isto pela experiência que tive na anterior onde tinha montado conjunto de punhos Oxford, que também não eram maus (tirando os controladores, esses são outra história).
Os da marca estão magnificamente integrados (nada está à vista, a cablagem passa por dentro do guiador), tendo como controlo apenas um botão largo ao alcance do polegar. Este interruptor tem essencialmente 3 posições – apagado, ligado com luz vermelha, ligado com luz verde. Accionar o aquecimento é simples, carrega-se no botão que imediatamente fica em modo de aquecimento (vermelho). Os punhos aquecem rapidamente, e quando estiverem à temperatura pretendida carrega-se de novo no botão que muda para o modo de manutenção (verde) mantendo a temperatura atingida… Que alegria! Em menos de um fósforo os punhos chegam à temperatura ideal e daí em diante seguimos confortavelmente com as manitas aquecidas. Não são baratos, mas valem cada tostão que custam, digo-vos eu. Ah… A acrescer a isto ficamos com uns punhos ligeiramente mais grossos e “almofadados”, mais a meu gosto e mais confortáveis que os de origem (que na verdade, também não são nada maus). E assim segui eu até Ourém, com as mãos quentinhas e 220 Watts de luz à minha frente… Very Happy

Depois de Ourém, ainda me passou pela cabeça fazer a Serra dos Candeeiros, mas a “pilha” do GPS estava a dar as últimas, e achei melhor apontar a agulheta para o acesso mais próximo de auto-estrada e seguir daí até Lisboa.

Entrando um pouco acima de Óbidos, segui pela A8, o que me permitiu ainda apanhar um considerável pedaço do troço “bom” desta via. Pouco trânsito e piso razoável, ingredientes perfeitos para sentir um pouco o pulso do Tigre.
Estava um pouco de vento e alinhei-a pelos 140km/h, mantendo a "passada" firme, logo ali senti muita estabilidade, especialmente lateral, algo que sinceramente não me recordo de sentir na Strom. Parece que seguia encaixado num carril.
Sempre que apanhava um pouco de estrada aberta, rodava-lhe o punho até às 8000rpm, o que dá qualquer coisa acima dos 180km/h... Sem esforçar, só subir de rotação e regressar à velocidade de cruzeiro.
O que impressiona é o disparo e facilidade de subida de regime, parece não representar esforço nenhum. Acredito que acima disso custe mais um bocado, até porque a velocidade máxima anunciada ronda os 205km/h, o que a mim me encanta.
As ultrapassagens tornam-se uma brincadeira, e sobretudo desaparece aquele sufoco que por vezes sentia com a "pequena" Strom, em situações de ultrapassagem com um carro na traseira a lamber-me a roda. Com esta disponibilidade de aceleração, enrola-se o punho e rapidamente deixamos a "latada" atrás de nós.
E assim vim para baixo, até depois de Torres Vedras, onde a A8 se transforma num verdadeiro campo de batatas de alta velocidade. Amainei o passo e próximo de Loures enveredei pelo viaduto. Aí enrolei o punho novamente até à marca dos 180km/h e subi aquilo num tiro... Loucura... Nunca tinha feito aquele viaduto a subir de forma tão ágil... Novamente com algum vento que se fazia sentir, notei que não fazia mínima mossa à Tiger, mas convenhamos também que não levava bagagem nenhuma, a não ser um saco preso ao banco detrás com a arranha. Tenho de voltar a tentar isto com "plásticos" atracados... A partir daí estabilizei de novo nos 140km/h até casa.

Nota negativa para a protecção aerodinâmica. Para a cabeça já calculava que aquele vidro pequenino não estaria literalmente à altura. Confirma-se a partir de 140km/h não sendo impossível, é insuportável, e acima de 180km/h parece impossível. Um assunto a tratar num próximo upgrade com "vitrine" adequada. Outra coisa que se nota bastante é a deslocação do ar nas pernas. Nada de ir com elas afastas, têm de andar bem junto ao depósito.
Já agora por falar em pernas, e depois de 1300kms feitos, a posição de condução da Tiger é superior à que estava habituada. Digo isto porque passados 500 e muitos quilómetros seguidos, as dores nos joelhos eram ainda suportáveis, algo que na anterior teria-me chegado pelos 300 e qualquer coisa.

Com isto tudo, não tenho dúvidas que para mim, os dotes turísticos desta máquina estão mais do que a meu gosto, e que a mesma foi feita e pensada para rolar muitos quilómetros... de seguida.

E é tudo...

Excelente dia, excelente voltinha, excelente máquina. Wink
E mais um album de fotos par recordar.

Cumps!

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rikcorreia

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MensagemAssunto: Re: Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...   Ter 01 Nov 2011, 10:02

Bem Daniel, com crónicas assim, é difícil ñ ficar roído de inveja pela voltinha que deste.

Mais uma moedinha e acredito que tiveste que colocar mais que uma Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy para este grande passeio por terras Centro de Portugal.

Dia fantástico para passear, levar o Tigre a conhecer os recantos do nosso Portugal, com uma volta acima dos 500 km's.

Forte abraço
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ruimbarradas
Padeiro-Mor
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MensagemAssunto: Re: Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...   Ter 01 Nov 2011, 11:30

Mais uma voltinha 5 Estrelas. Ao que parece não perdes tempo em mostrar ao Tigre astareias que tem pela frente! Wink

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Rui Barradas


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ruibene

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MensagemAssunto: Re: Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...   Ter 01 Nov 2011, 22:27


Bela voltinha Daniel, (que inveja) obrigado pela partilha, com a crónica e pelas belas fotografias... O que isso quer agora é klm's para amassar.

Investe num ecrãn maior que conforme documentas e pela pequena experiência que tive, realmente a partir dos 160 kmh já se começa a sentir alguma falta de protecção aerodinamica embora nada de seja insuportável até aos 180 kmh, mas a partir dai... já se faz sentir a falta do apêndice. Gostei muito do motor, não que ande muito mais que a strom (velocidade de ponta) mas a facilidade com que lá chega é bem diferente.... excelente mota, felicidades e venham mais crónicas.

Abraço.
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Jack

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MensagemAssunto: Re: Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...   Qua 02 Nov 2011, 09:52

Mais uma bela passeata com a lingerie Twisted Evil
Para a próxima que passares aqui por perto apita para beber um café Cool
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xltuga

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MensagemAssunto: Re: Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...   Dom 06 Nov 2011, 12:12

Boas.

Ja me tinham falado da troca pela "tigre"! A cor é fixe, mas é pena não ter escrito "Barcadero" Laughing

Gostei das fotos e do relato. Continua!!

Cumprimentos
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Max

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MensagemAssunto: Re: Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...   Dom 06 Nov 2011, 16:38

Grandes fotos como sempre.

Já vejo aí uns farois espectaculares................
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MensagemAssunto: Re: Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...   

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Mais uma moeda, mais uma voltinha (Solo Ride, parte 3)...
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